36 Propriedades

  • Moradia T2 na Amareleja - Alentejo

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    PSC
    Moradia térrea T2 na Amareleja (Moura/Beja), unifamiliar e em banda, em zona residencial na parte oeste da localidade, na saída para Safara. Existe comércio de bairro no local. Fica a poucos quilómetros da barragem do Alqueva e zonas turísticas relativas a esta última. É constituída por: hall, sala, cozinha, 2 quartos, uma instalação sanitária ...
    • 143m2
    • 88m2
    • 2
    • 1
    • Ref. JFCGD-02018069EE
  • Vila Alva | Moradia V4 com 2 pisos situada em Vila Alva na freguesia de Cuba

    Usado

    PSC
    Moradia T4 em Vila Alva, com 2 pisos, casa de forno e logradouro, no centro da vila, a cerca de 11 Km a norte da sede de concelho (Cuba) pela EN387, próximo da Igreja Matriz e do largo principal. Envolvente caracterizada pela existência de moradias em banda até dois pisos acima do solo. É composta por: 2 quartos, uma sala, outras 2 divisões, cozi ...
    • 129m2
    • 147m2
    • 4
    • 1
    • Ref. JFCGD-02024402EE
  • Junta de Freguesia | Moradia em banda V2 da banca implantada num terreno com 90 m2 situada em Sobral da Adiça

    Usado

    € 24 000
    Moradia térrea unifamiliar em banda, implantada em lote de terreno com 90 m². Imóvel localizado no Sobral da Adiça em zona consolidada, preferencialmente residencial de primeira habitação. Dispõe de oferta de comércio e serviços sem expressão, mas suficientes. O estacionamento é realizado na via. Povoação a cerca de 20 km de Moura e a 14 km Esp ...
    • 90m2
    • 68m2
    • 2
    • 1
    • Ref. JFCGD-02027702EE
  • Lugar do Curral | Lote de terreno no Alvito (Beja) para armazém/industria

    € 18 000
    Lote de terreno com 489m2 situado no Alvito próximo de Beja para construção de edifício para armazém/industria, com dois pisos, (c/v e r/c), com obra por iniciar. Localiza-se a nascente da vila, em zona habitacional, com comercio e serviços. Perto do Rossio da Feira e da Ermida de S. Sebastião. Prevê-se espaço amplo com instalações sanitárias n ...
    • 489m2
    • 489m2
    • Ref. JFCGD-02027244EE
  • Lugar do Curral | Terreno misto da banca com 628 m2 situado em Alvito - Beja- Alentejo

    € 14 000
    Terreno misto da banca com 628 m2 situado no Alvito (Beja), destinado a armazém/indústria, com dois pisos. Obra por iniciar. Localiza-se a nascente da vila, zona habitacional, com comércio e serviços. Possui boas acessibilidades, estando perto do Rossio da Feira e da Ermida de S. Sebastião. Prevê-se ser constituído por espaço amplo com insta ...
    • 628m2
    • 628m2
    • Ref. JFCGD-02027241EE
  • Agua Azeda | Terreno rústico com 8250 m2 situado próximo de Aljustrel no Alentejo

    PSC
    Terreno rústico localizado na Freguesia de Aljustrel, com uma área de 8250 m2, perto de áreas beneficiadas com o regadio de Alqueva. Excelente oportunidade!
    • 8250m2
    • 8250m2
    • Ref. JF-328EE
Albufeira no Algarve

Albufeira no Algarve

Albufeira é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Faro, região e sub-região do Algarve, com cerca de 31 000 habitantes.[1] É sede de um município com 140,66 km² de área[2] e 40 828 habitantes (2011),[3][4] subdividido em 4 freguesias.[5] O município é limitado a oeste e noroeste pelo município de Silves, a nordeste e leste por Loulé e a sul tem uma ampla costa no Oceano Atlântico. Por conta de uma vida noturna (bares, discotecas, restaurantes de renome) vibrante, festas frequentes e algumas das mais belas praias de Portugal, Albufeira converteu-se num dos maiores polos turísticos do país, destacando-se por consequência como a cidade portuguesa com maior número de estrangeiros residentes, com 22,5% da população permanente tendo nascido no exterior, nomeadamente em outros países europeus.[6] Uma pesquisa do site Cheerfulway elegeu Albufeira como o melhor lugar para se viver em Portugal.[7] Albufeira é uma cidade litorânea na região do Algarve, que fica no sul de Portugal. A antiga vila de pescadores se tornou um destino de férias muito procurado, com praias e uma agitada área com atrações noturnas. Atualmente, os pescadores locais usam a moderna marina, que também é uma base para mergulho, observação de golfinhos e passeios de barco. Ela é cercada por prédios residenciais coloridos, com um calçadão à beira-mar. O topónimo Albufeira provém da palavra árabe البحيرة (al-Buħayra), designação do séc. VIII, que significa a lagoa ou pelo mar, ou, segundo outros especialistas, castelo do mar, dispondo-se altaneira e em anfiteatro sobre o mar. Do período Árabe perduram as ruelas estreitas, o velho castelo e as casas muito brancas com as suas açoteias e arcos. A área atual do concelho de Albufeira encontra-se ocupada pelo homem pelo menos desde o ano 2000 a.C. Os Romanos deram-lhe a designação de Baltum, e os Árabes. que ocuparam em 716, denominaram-na Albuar ou Albuhera.[8] Findos os cinco séculos de presença árabe podemos falar de uma profunda alteração da r
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O Mercado de Loulé

O Mercado de Loulé

O Mercado Municipal de Loulé foi inaugurado no dia 27 de Junho de 1908, altura em que a Câmara Municipal era presidida por José da Costa Mealha. O edifício foi construído segundo projecto do Arquitecto Alfredo Costa Campos, de Lisboa, embora o mesmo projecto tenha conhecido algumas alterações desde o documento inicial de 1903 que por sua vez já tinha por base um outro projecto de 1898 cujo o autor se desconhece. A ideia de construir um mercado para o peixe, frutas e hortaliças era já antiga e consensual, no entanto, a sua localização e o número de mercados a construir não reunia o consenso dos Louletanos. A rivalidade era sentida sobretudo entre a Freguesia de São Sebastião e a Freguesia de São Clemente. Segundo os jornais da época existiam diversas propostas quanto à localização do Mercado. Em 1891, a Câmara Municipal encomendou ao Construtor de Obras Públicas de Faro um projecto para o mercado de venda de peixe. Esse mercado seria construído junto ao Largo de Chafariz (actual Largo D. Afonso III) e consistia numa planta rectangular com 33 metros de comprimento e 19,5 metros de largura, tinha 60 bancas com um metro quadrado cada e nove compartimentos para arrecadações. Este projecto não foi concretizado mas reflecte a preocupação da Câmara relativamente à venda do peixe por ser a mesma que arrancava mais críticas aos Louletanos. Após uma longa discussão, a Câmara decide então, em finais do século XIX, construir o Mercado ao lado do edifício dos Paços do Concelho e iniciam-se então as expropriações e respectivas demolições no início do século XX. Em termos arquitectónicos, o mercado adoptou o estilo revivalista de inspiração árabe com quatro pavilhões e quatro portões de acesso. Porém, a Câmara não tinha grandes disponibilidades financeiras naquele momento e a verba disponível era insuficiente para a execução da totalidade do projecto. Nesse sentido, foi pedido ao arquitecto que fizesse algumas alterações no projecto, as quais foram apresentad
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