5 Ruína Para venda

  • QUELFES, QUATRIM, OLHÃO | FANTÁSTICA RUÍNA COM 18440 M2 DE TERRENO SITUADA EM QUELFES, RIA FORMOSA

    € 365 000
    Terreno em excelente localização e excelente potencial com PIP aprovado localizado em Quelfes, Olhão numa área envolvente serena e única. Beneficia de vários árvores de fruta, Alfarrobeiras, figueiras, nespereiras, oliveiras, amendoal, pomar de amendoeiras, citrinos. O terreno é composto por 2 artigos sendo um deles rústico com 18000 m2 e outro ...
    • 18440m2
    • 138m2
    • Ref. JF-213NA
  • Montes Galegos | Terreno com 4 ha composto por ruína de 96m2 com vista mar situado em ALJEZUR

    Usado

    PSC
    Prédio misto com 96 m² de ruína, localizado em Aljezur e inserido num lote de terreno com 41.250 m². Imóvel situado junto ao entroncamento do troço de ligação à EN120 (estrada Aljezur-Lagos) com a estrada para Arrifana e Vale da Telha, a cerca de 2 km de Aljezur, e a 6 km da praia. Usufruirá de umas fantásticas vistas sobre o campo, o mar, e a S ...
    • 41250m2
    • 41250m2
    • Ref. JFCGD-02002957
  • Alecrineira | Ruína com 82.5 m2 inserida num terreno com 2840 m2 situada perto de Olhão

    PSC
    Casa térrea em ruína para reconstruir com 82.5 m2 inserida num terreno com 2840 m2 situada em Alecrineira perto de Quelfes no Concelho de Olhão. Este imóvel é composto 2 artigos : - Um artigo urbano com 320 m2 onde existe uma moradia em ruína geminada com 82.5 m2 de área bruta de construção, sendo 52 m2 de área bruta privativa e 30.5 m2 de área b ...
    • 2840m2
    • 52m2
    • Ref. JF-216AC
  • Nave das Sobreiras | Ruína com 420 m2 de terreno situada em Benafim

    Usado

    PSC
    Ruína com 97 m2 de área bruta inserida num terreno com 420 m2 ficando uma área descoberta para logradouro com 324 m2 onde existe uma dependência para casa de banho e uma cisterna. Esta ruína é composta por 4 compartimentos: uma divisão principal, uma sala de estar, um quarto, um corredor e uma casa de banho com banheira. Situado num pequena aldei ...
    • 420m2
    • 97m2
    • 2
    • Ref. JF-090
  • Bardo de Cima | Monte Alentejano com ruína em Sabóia

    PSC
    Monte Alentejano composto por 2 artigos, um com 2000 m2 de terreno e outro artigo urbano com uma ruína de 95 m2 para reconstrução situado a 8 kms de Sabóia e 20 kms das lindas praias da Costa Vicentina! Este monte será o investimento ideal para quem queira sossego e contacto com a natureza! Ideal para turismo rural, organização de passeios na nat ...
    • 2000m2
    • 95m2
    • 1
    • Ref. JF-052SC
O Mercado de Loulé

O Mercado de Loulé

O Mercado Municipal de Loulé foi inaugurado no dia 27 de Junho de 1908, altura em que a Câmara Municipal era presidida por José da Costa Mealha. O edifício foi construído segundo projecto do Arquitecto Alfredo Costa Campos, de Lisboa, embora o mesmo projecto tenha conhecido algumas alterações desde o documento inicial de 1903 que por sua vez já tinha por base um outro projecto de 1898 cujo o autor se desconhece. A ideia de construir um mercado para o peixe, frutas e hortaliças era já antiga e consensual, no entanto, a sua localização e o número de mercados a construir não reunia o consenso dos Louletanos. A rivalidade era sentida sobretudo entre a Freguesia de São Sebastião e a Freguesia de São Clemente. Segundo os jornais da época existiam diversas propostas quanto à localização do Mercado. Em 1891, a Câmara Municipal encomendou ao Construtor de Obras Públicas de Faro um projecto para o mercado de venda de peixe. Esse mercado seria construído junto ao Largo de Chafariz (actual Largo D. Afonso III) e consistia numa planta rectangular com 33 metros de comprimento e 19,5 metros de largura, tinha 60 bancas com um metro quadrado cada e nove compartimentos para arrecadações. Este projecto não foi concretizado mas reflecte a preocupação da Câmara relativamente à venda do peixe por ser a mesma que arrancava mais críticas aos Louletanos. Após uma longa discussão, a Câmara decide então, em finais do século XIX, construir o Mercado ao lado do edifício dos Paços do Concelho e iniciam-se então as expropriações e respectivas demolições no início do século XX. Em termos arquitectónicos, o mercado adoptou o estilo revivalista de inspiração árabe com quatro pavilhões e quatro portões de acesso. Porém, a Câmara não tinha grandes disponibilidades financeiras naquele momento e a verba disponível era insuficiente para a execução da totalidade do projecto. Nesse sentido, foi pedido ao arquitecto que fizesse algumas alterações no projecto, as quais foram apresentad
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