11 Loja / comércio Para venda

  • Prior Velho | 2 lojas interligadas da banca com 135 m2 situadas no Prior Velho próximo do aeroporto de Lisboa

    Usado

    € 228 000
    Venda conjunta de duas frações comerciais interligadas, designadas pelas letras A e B, localizadas no rés-do-chão de um edifício sito Prior Velho, concelho de Loures. Estas frações possuem afetação a comércio/serviços, encontrando-se fisicamente ligadas entre si, o que permite uma utilização integrada como um único espaço amplo e versátil, adequad ...
    • 135m2
    • 1
    • Ref. JFCGD-09101801CA
  • Vale de Milhacos | Loja com 46 m2 transformada em T3 situada em Vale dos Milhaços - Corroios

    Usado

    € 135 000
    Loja com acesso direto à rua totalizando uma área bruta privativa com 46 m2, com 15 m2 de área do terreno integrante, transformada em T3 situada em Vale dos Milhaços - Corroios. Esta loja é composta por 3 quartos, uma casa de banho e uma cozinha equipada com placa, forno exaustor e máquina de lavar roupa. Esta loja encontra-se arrendada pelo valo ...
    • 15m2
    • 46m2
    • 1
    • Ref. JF-317AA935
  • Junta de Freguesia | Loja de 2 pisos da banca com 226 m2 situada em Pias - Serpa- Alentejo

    Usado

    € 95 000
    Loja de 2 pisos destinada a comércio de rua com 226 m², na localidade de Pias. Situa-se em edifício de 2 pisos (r/c e 1º andar). Localiza-se no centro de Pias, junto à estrada EN392 e o Parque Desportivo 1º de Maio. Com acessos rodoviários e transportes públicos. É constituída por: r/c: área comercial com alpendre, espaço amplo com balcão de a ...
    • 226m2
    • 2
    • Ref. JFCGD-02025818EE
  • MOURA CENTRO | Loja da banca com 157 m2 situada em Moura - Beja - Alentejo

    Usado

    € 46 000
    Loja com 157 m² inserida no r/c de prédio sito em Moura. Imóvel destinado a comércio/serviço, anteriormente utilizado como estabelecimento comercial do ramo de restauração. O imóvel localiza-se na parte central da cidade, numa zona consolidada predominantemente habitacional mas com alguma concentração de comércio e serviços. Encontra-se próximo d ...
    • 17m2
    • 140m2
    • 2
    • Ref. JFCGD-09101498EE
  • Zona Industrial | Loja com 95 m² em Samora Correia, destinada a comércio.

    Usado

    € 35 000
    Loja com 95 m² em Samora Correia, destinada a comércio. Fica localizada na zona industrial de Samora Correia - Benavente. Encontra-se razoavelmente servido de comércio e serviços com posto de combustível, supermercado e algum comércio nas proximidades. Os transportes públicos são razoáveis. O estacionamento efetua-se com facilidade. Possui ...
    • 95m2
    • 1
    • Ref. JFCGD-02027778CA
Albufeira no Algarve

Albufeira no Algarve

Albufeira é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Faro, região e sub-região do Algarve, com cerca de 31 000 habitantes.[1] É sede de um município com 140,66 km² de área[2] e 40 828 habitantes (2011),[3][4] subdividido em 4 freguesias.[5] O município é limitado a oeste e noroeste pelo município de Silves, a nordeste e leste por Loulé e a sul tem uma ampla costa no Oceano Atlântico. Por conta de uma vida noturna (bares, discotecas, restaurantes de renome) vibrante, festas frequentes e algumas das mais belas praias de Portugal, Albufeira converteu-se num dos maiores polos turísticos do país, destacando-se por consequência como a cidade portuguesa com maior número de estrangeiros residentes, com 22,5% da população permanente tendo nascido no exterior, nomeadamente em outros países europeus.[6] Uma pesquisa do site Cheerfulway elegeu Albufeira como o melhor lugar para se viver em Portugal.[7] Albufeira é uma cidade litorânea na região do Algarve, que fica no sul de Portugal. A antiga vila de pescadores se tornou um destino de férias muito procurado, com praias e uma agitada área com atrações noturnas. Atualmente, os pescadores locais usam a moderna marina, que também é uma base para mergulho, observação de golfinhos e passeios de barco. Ela é cercada por prédios residenciais coloridos, com um calçadão à beira-mar. O topónimo Albufeira provém da palavra árabe البحيرة (al-Buħayra), designação do séc. VIII, que significa a lagoa ou pelo mar, ou, segundo outros especialistas, castelo do mar, dispondo-se altaneira e em anfiteatro sobre o mar. Do período Árabe perduram as ruelas estreitas, o velho castelo e as casas muito brancas com as suas açoteias e arcos. A área atual do concelho de Albufeira encontra-se ocupada pelo homem pelo menos desde o ano 2000 a.C. Os Romanos deram-lhe a designação de Baltum, e os Árabes. que ocuparam em 716, denominaram-na Albuar ou Albuhera.[8] Findos os cinco séculos de presença árabe podemos falar de uma profunda alteração da r
Detalhes
O Mercado de Loulé

O Mercado de Loulé

O Mercado Municipal de Loulé foi inaugurado no dia 27 de Junho de 1908, altura em que a Câmara Municipal era presidida por José da Costa Mealha. O edifício foi construído segundo projecto do Arquitecto Alfredo Costa Campos, de Lisboa, embora o mesmo projecto tenha conhecido algumas alterações desde o documento inicial de 1903 que por sua vez já tinha por base um outro projecto de 1898 cujo o autor se desconhece. A ideia de construir um mercado para o peixe, frutas e hortaliças era já antiga e consensual, no entanto, a sua localização e o número de mercados a construir não reunia o consenso dos Louletanos. A rivalidade era sentida sobretudo entre a Freguesia de São Sebastião e a Freguesia de São Clemente. Segundo os jornais da época existiam diversas propostas quanto à localização do Mercado. Em 1891, a Câmara Municipal encomendou ao Construtor de Obras Públicas de Faro um projecto para o mercado de venda de peixe. Esse mercado seria construído junto ao Largo de Chafariz (actual Largo D. Afonso III) e consistia numa planta rectangular com 33 metros de comprimento e 19,5 metros de largura, tinha 60 bancas com um metro quadrado cada e nove compartimentos para arrecadações. Este projecto não foi concretizado mas reflecte a preocupação da Câmara relativamente à venda do peixe por ser a mesma que arrancava mais críticas aos Louletanos. Após uma longa discussão, a Câmara decide então, em finais do século XIX, construir o Mercado ao lado do edifício dos Paços do Concelho e iniciam-se então as expropriações e respectivas demolições no início do século XX. Em termos arquitectónicos, o mercado adoptou o estilo revivalista de inspiração árabe com quatro pavilhões e quatro portões de acesso. Porém, a Câmara não tinha grandes disponibilidades financeiras naquele momento e a verba disponível era insuficiente para a execução da totalidade do projecto. Nesse sentido, foi pedido ao arquitecto que fizesse algumas alterações no projecto, as quais foram apresentad
Detalhes