105 Propriedades para venda

  • Fonte Mouro | Moradia V3 da banca com 2 pisos situada em Beja - Alentejo

    Usado

    € 38 000
    Moradia com 2 pisos acima do solo, de tipologia T3 em Beja. O imóvel localiza-se “Bairro da Esperança”, antes designado “Bairro do Carmo Velho”. Envolvente de cariz residencial, bairro periférico localizado a Nordeste do centro de Beja. Bairro de génese ilegal onde predomina o conflito social. É composta por cozinha, sala, 3 quartos, casa de ...
    • 102,5m2
    • 3
    • 1
    • Ref. JFCGD-02026049EE
  • Loja da banca com 57 m2 composta por 2 pisos situada em Santiago do Cacém

    Usado

    € 38 000
    Loja da banca com 57 m2 composta por 2 pisos situada em Santiago do Cacém Imóvel localizado em zona consolidada, residencial de 1ª habitação. Localiza-se em Santiago de Cacém, na saída para Grândola, em zona com oferta diversificada de comércio e serviços e transportes públicos. O estacionamento é realizado na via. Bons acessos às vias princip ...
    • 57m2
    • 1
    • Ref. JFCGD-02028259EE
  • Praia da Ingrina | Terreno rústico com 9440 m2 de área e vista Mar situado a 1km da Praia da Ingrina

    € 31 500
    Terreno rústico com 9440 m2 de área e vista Mar situado a 1km da Praia da Ingrina. Este terreno é composto por 2 artigos sendo um artigo com 5520 m2 e outro com 3920 m2. Existe um ponto de eletricidade no local tendo uma envolvente muito verde e vistas muito amplas e bonitas para o Mar É totalmente virado a sul e ligeiramente inclinado. O terr ...
    • 9440m2
    • 9440m2
    • Ref. JF-105
  • Terreno urbano em Alvito- Beja- Alentejo

    € 28 000
    Terreno no Sítio do Curral (Alvito), Alentejo, para construção de edifício para habitação colectiva com três pisos, (c/v, r/c e 1º andar), sendo que a obra se encontra por iniciar.
    • Ref. JFCGD-02027242EE
  • Santo Aleixo da Restauracao | Moradia térrea de tipologia T2 +1 da banca situada em São Aleixo da Restauração no concelho de Moura.

    Usado

    € 27 000
    Moradia térrea de tipologia T2 +1 da banca situada em São Aleixo da Restauração no concelho de Moura. Dispõe de logradouro a tardoz, havendo áreas ampliadas que carecem de ser demolidas ou licenciadas. A habitação é composta por: hall, quarto, corredor, arrumos interior, cozinha, sala, casa de banho no exterior e logradouro. Imóvel com 104 m² co ...
    • 141m2
    • 91m2
    • 2
    • 1
    • Ref. JFCGD-02020447EE
  • Magoito | Conjunto de 2 Terrenos rústicos com 10586 m2 situado no Lugar de Magoito (Odeleite)

    € 27 000
    Conjunto de 2 terrenos rústicos sem constituído por um terreno com 7066 m2 e outro com 3520 m2 sem capacidade construtiva, localizados no Lugar de Magoito (Odeleite). Situam-se na aldeia de Magoito, a cerca de 9km de Sentinela e a 8km da IC27 entre Castro Marim e Alcoutim. Localizam-se numa encosta a poente na zona sul da aldeia.
    • 10586m2
    • 10586m2
    • Ref. JFCGD-02028010
O Mercado de Loulé

O Mercado de Loulé

O Mercado Municipal de Loulé foi inaugurado no dia 27 de Junho de 1908, altura em que a Câmara Municipal era presidida por José da Costa Mealha. O edifício foi construído segundo projecto do Arquitecto Alfredo Costa Campos, de Lisboa, embora o mesmo projecto tenha conhecido algumas alterações desde o documento inicial de 1903 que por sua vez já tinha por base um outro projecto de 1898 cujo o autor se desconhece. A ideia de construir um mercado para o peixe, frutas e hortaliças era já antiga e consensual, no entanto, a sua localização e o número de mercados a construir não reunia o consenso dos Louletanos. A rivalidade era sentida sobretudo entre a Freguesia de São Sebastião e a Freguesia de São Clemente. Segundo os jornais da época existiam diversas propostas quanto à localização do Mercado. Em 1891, a Câmara Municipal encomendou ao Construtor de Obras Públicas de Faro um projecto para o mercado de venda de peixe. Esse mercado seria construído junto ao Largo de Chafariz (actual Largo D. Afonso III) e consistia numa planta rectangular com 33 metros de comprimento e 19,5 metros de largura, tinha 60 bancas com um metro quadrado cada e nove compartimentos para arrecadações. Este projecto não foi concretizado mas reflecte a preocupação da Câmara relativamente à venda do peixe por ser a mesma que arrancava mais críticas aos Louletanos. Após uma longa discussão, a Câmara decide então, em finais do século XIX, construir o Mercado ao lado do edifício dos Paços do Concelho e iniciam-se então as expropriações e respectivas demolições no início do século XX. Em termos arquitectónicos, o mercado adoptou o estilo revivalista de inspiração árabe com quatro pavilhões e quatro portões de acesso. Porém, a Câmara não tinha grandes disponibilidades financeiras naquele momento e a verba disponível era insuficiente para a execução da totalidade do projecto. Nesse sentido, foi pedido ao arquitecto que fizesse algumas alterações no projecto, as quais foram apresentad
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